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© 2016 por Fernanda Mala Pink | Orgulhosamente criado por Fernanda Mala Pink

De Buenos Aires á Santiago - de ônibus

21/04/2017

Oi gente, depois de uma rápida visita á Buenos Aires, coisa de um pouco mais de uma noite por lá, resolvemos ir antecipadamente á rodoviária do Retiro para comprar nossas passagens até Santiago no Chile. Seria ali então a primeira viagem internacional por terra. 

Pegamos o ônibus na avenida 9 de Julio na região central em um domingo ensolarado e por volta de uns 15 minutos já estávamos em Retiro. Me desculpem em não saber informar o valor da passagem com exatidão, porque como meu Uber não estava funcionando, a recepcionista nos ofereceu o seu cartão SUBE, mas aqui disponibilizo essa informação que encontrei no site Aires Buenos 

 

Chegando na rodoviária, andamos até o setor de vendas de passagens internacionais que aliás há vários guichês e destinos, sendo que indo até Santiago diretamente só mesmo uma nos agradou, a empresa Cata internacional. As demais sempre nos diziam que fariam uma parada e uma troca de ônibus em Mendoza, Argentina. 

A Cata internacional também faz uma parada por lá mas pelo que vi, só mesmo os motoristas revezaram... nós passageiros ficamos quietinhos dentro do ônibus. 

 

Bem... voltando á Argentina, nossos bilhetes custaram 95 dólares americanos, que deu por volta de quase 300 reais.

Em pesos argentinos nos custou 1.440; sendo 600 pesos argentinos de Buenos Aires á Mendoza e 840 pesos argentinos de Mendoza á Santiago no Chile. 

(bilhete da viagem) 

 

 

 

Pegamos novamente o ônibus de volta ao hostel e aproveitamos para ir até o Porto Madero que é muito lindo por sinal e depois disso pegar as bagagens rumo á rodoviária novamente.

Até que o meu Uber ainda não estava funcionando, não querendo sequer solicitar uma corrida... Novamente recebemos uma ajuda de um outro brasileiro que foi até a catraca do metrô com a gente para nos passar ( ter só o dinheiro para andar de ônibus e metrô não ajuda porque na verdade você precisa do cartão e comprar esse cartão só para um uso seria inviável.) 

Nessa hora passamos bastante perrengue porque o horário de embarcar no ônibus estava ficando acirrado e o metrô não apareceu tão rápido. Tenso! 

 

Quando chegamos no ponto final do metrô descobrimos que ele não para tão próximo assim da rodoviária, aliás, acredito que seja próximo sim mas como estávamos com minutinhos contados, cada metro se tornava um quilômetro rs. Acredito que calmamente são de 5 a 7 minutos caminhando da estação de metrô até a rodoviária de ônibus. Uma boa dica é se antecipar bem.. sempre é melhor né!? 

 

Enfim, conseguimos! Lá estávamos dentro do ônibus... que estava razoavelmente vazio. Eu mesma e meu amigo ficamos cada um usando 2 poltronas durante toda a viagem. O ônibus fez uma parada para pegar passageiros e depois não mais. 

Sua estrutura era boa; aspecto novo e poltronas confortáveis. Água potável quente e fria à disposição, banheiro limpo, filmes variados e serviço de bordo com jantar, lanches, café da manhã e bebidas servidos por um funcionário muito educado. 

 

(Uma das refeições oferecidas na viagem)

 

 

Uma das horas difíceis da viagem foi o frio do ar condicionado na madrugada. Como estava muito calor em Buenos Aires nem pensamos nisso... aliás, eles revezavam entre ar quente e ar frio mas o que me salvou foi o meu amigo ter pedido emprestado um edredom que estava enrolado no compartimento de bagagem de mão dentro do ônibus. A pessoa na verdade tinha um outro meio de se aquecer, então não passou frio. Vale ressaltar que a empresa não oferece mantas mesmo sendo semi leito.

 

Já quase amanhecendo depois de ter dormido um pouco, avistei o comecinho da Cordilheira dos Andes. O caminho percorrido por ele é longo e á todo momento fazendo curvas... pessoas que enjoam com veículos em movimento precisam se medicar. Só paramos na fronteira para fazer a imigração. E depois continuamos a viagem. 

 

A imigração foi simples mas não tão rápida... antes preenchemos um formulário dentro do ônibus, colocando informações com nome, número do documento, origem da vagem, endereço do destino, etc... 

logo o ônibus parou e descemos para ir até o agente da imigração e fizemos todo o procedimento como feito em aeroportos. 

depois de todos liberados seguimos viagem, e finalmente depois de um pouco mais de 17 horas estávamos no Chile. Meu corpo estava bastante cansado porque tirando a parte da imigração, você não desce pra nada. 

 

 

(modelo do ônibus que viajamos, abaixo cama leito, em cima semi leito)

 

 

E resumidamente, digo que a viagem foi bastante tranquila e confortável na medida do possível. Não passei sede, fome e nem fiquei entediada porque além dos filmes no ônibus teve a linda vista da Cordilheira, fora o fato que você dorme muito. Para quem não consegue dormir, um Dramin é essencial porque também evita possíveis enjôos, ou seria o contrário? hahaha. Pois bem, experiência incrível e única que assusta quando se pensa mas no final dá tudo certo. 

(Um dos agrados da empresa... o famoso alfajor argentino. Muito bom!)

 

 

 

 

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